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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

A sociedade moderna e a eletricidade.

         O atual estágio de desenvolvimento humano está intimamente relacionado com a eletricidade; países desenvolvidos têm altos índices de produção e consumo de energia.
         No Brasil esta questão está totalmente ligada com os reservatórios de água. Estamos enfrentando problemas em nosso país relacionados com a falta de água: historicamente no nordeste (que até hoje serve como força de pressão para uma exploração sobre as pessoas do semiárido), no centro-oeste, no sudeste (quem diria?) e enchentes intensas no norte; estas alterações se refletiram com temperaturas extremamente baixas no sul e falta de água também. Historicamente, pessoas de pouca visão, más ligadas aos governos, achavam que estavam resolvendo dois problemas com a construção de grandes barragens, estavam enganados; e não foi por falta de aviso!
        Alagamos grandes áreas, cidades históricas foram submersas, terras foram perdidas (terra é a única coisa que só valoriza, pergunte a um economista; é raríssimo uma terra se desvalorizar) com a ilusão de garantirmos a produção de energia elétrica para o desenvolvimento e assegurarmos reservas de água. Ficamos reféns de uma única grande fonte produtora de energia (e não foi por falta de aviso) e não temos a tal garantia de água e energia elétrica para a população, para o agronegócio e para a indústria.
         A região de Las Vegas é um exemplo um tanto antigo e atual e bem sucedido da transformação que a energia elétrica pode fazer: um local de deserto deu lugar à produção de energia elétrica a partir da luz solar resultando em intensa urbanização e desenvolvimento econômico. Outras regiões também secas prosperam com a utilização de energia elétrica e ainda mais se associadas a produção agrícola como na Jordânia, Qatar e Israel.
         E aqui no Brasil vamos na contramão da história: apagões, falta de diversidade de fontes de eletricidade, falta de água e custo dos alimentos em alta. Nosso modernismo está ameaçado: a população cresce, faltam água e alimento e o governo estimula o crescimento familiar (maior consumo de eletricidade); falta emprego, a economia está devagar, a indústria e o comércio não fazem grandes contratações, o governo não estimula a geração de emprego, aumenta a conta de luz e da gasolina; com o petróleo em baixa no mundo todo!

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